O que realmente importa...

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São Paulo, Brazil
Cheguei ao final do ano de 2009 totalmente estressada e esgotada devido as preocupações do dia-a-dia, com trabalho, estudo, e etc. Na verdade, eu não tinha nenhum problema específico. Apenas, era pessoa ansiosa e preocupada demais com o dia de amanhã. Mas como está na palavra de Deus: "...basta a cada dia o seu mal". Eu precisei passar por um sofrimento muito grande, pra enxergar que na verdade, as minhas preocupações, as minhas ansiedades não mereciam as noites de sono mal dormidas, a depressão que estava querendo tomar conta de mim! Sem querer negligenciar todo resto, eu aprendi que nada nesta vida tem realmente importância, a não ser, a vida daqueles que amamos...estes sim, são o que realmente têm importância em nossa vida... Eu tenho uma filha e um marido maravilhosos, que eu Amo, e que são bençãos que Deus me deu! Eu tenho familiares maravilhosos que eu Amo muito... E tenho amigos maravilhosos que amo muito também...Enfim, tanto pra agradecer ao Senhor! Mas só depois que eu perdi a minha amada sobrinha Júlia, foi que tive a real dimensão da importância de todos eles em minha vida! Todos eles são o que realmente importa pra mim! Todo o restante é secundário...07/2010

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Nunca é tarde pra sonhar... ❤

           Ontem o Facebook me mostrou uma lembrança, de fevereiro de 2014: um texto que escrevi  sobre sonhos.

Lembrei-me então, dos sonhos que tive ao longo de todos esses anos. E de como Deus permitiu que eu os realizasse – e foram muitos!

Sonhos grandes e pequenos, mas importantes pra mim...

E de lá pra cá, continuo reafirmando, que nunca é tarde pra sonhar e realizar nossos sonhos!  

Ainda que existam obstáculos e percalços em meio à caminhada - é preciso ter  determinação, coragem e muita fé em Deus!

E o que for da vontade Dele para as nossas vidas, se realizará!😇

Então hoje, eu compartilho com vocês este mesmo texto – fazendo uma repostagem!

Hoje vou falar sobre sonhos...❤

            Hoje vou falar sobre sonhos! De sonhos grandes, de sonhos pequenos...

Sonhos bobos aos olhos de alguns, mas que não deixam de ser sonhos!

No mês passado realizei um sonho! 

Para muitas pessoas pode parecer um sonho bobo, sem importância. Mas “matei” uma vontade enorme que eu tinha já há algum tempo...

Sempre tive vontade de pular numa cama elástica!  Desde menina! Mas nunca tive a oportunidade, até o mês passado! 

Alguns irão pensar que sou meio boba ou “cabeça de vento” por ter um sonho assim.  Mas eu o tinha até então! 

Uma vez comentei com uma amiga minha, e ela deu risada! Depois de um tempo ela foi ao aniversário de seus netos.

E não é que um belo dia, eu recebo uma foto sua pulando numa cama elástica? E me dizendo que havia realizado meu sonho! 😃

Eu sempre fui aos aniversários infantis e ficava “aguada” com vontade de pular! Mas nunca pude, pois era apenas para as crianças.

Acho que o lado criança que existe dentro de mim continua firme e forte! Às vezes levo umas broncas de minha filha por isso! 

            Pois então: no mês passado realizei esse sonho! Pulei na tão sonhada cama elástica aos quase quarenta e nove anos de idade! 

Junto com meu filho - ele todo feliz e animado! E eu também, pois ali estava um sonho realizado...

Que sensação boa: de liberdade! Cabelos ao vento, pulando pra lá e pra cá!  Até deitei, enquanto meu filho pulava...

Essa foi a realização de um sonho pequenino. Aos olhos de muitos, sem importância, meio maluco!  Mas o que senti ao realizá-lo, não tem dinheiro que pague!❤

Sonhar é um sentimento inerente a nós, seres humanos. Penso que uma pessoa que não tem sonhos é uma pessoa que aos poucos perdeu a vontade de viver.

A vida está aí para ser vivida em toda a sua plenitude!  Para realizarmos nossos sonhos: grandes e pequenos!

Agradeço a Deus por esse, e por tantos outros sonhos realizados!😇

E como já disse alguém: “...morre em vida quem deixa de sonhar...”.

*Texto escrito em 01/02/2014.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Crônicas da quarentena... IX

           Hoje faz 315 dias, ou 45 semanas que estamos na quarentena. Tanta coisa aconteceu em todo esse tempo...

Estou na nona crônica da quarentena, infelizmente!

Estamos na fase laranja, híbrida com a fase vermelha - desde sexta-feira passada (o comércio pode abrir de dia com algumas restrições; e à noite à partir das 20h00 até às 6h00 da manhã,  e aos finais de semana - só podem funcionar os serviços essenciais).

A situação piorou muito, desde que escrevi a oitava. A segunda onda chegou com força: principalmente em Manaus! Faltou o primordial:  ar, oxigênio para se poder respirar! Muito triste tudo o que aconteceu...

Enquanto isso, vemos os descaso de alguns governantes... Aliados a eles, nos deparamos com a falta de consciência de um grupo de pessoas, os negacionistas: aqueles que negam a existência do problema, e fingem que nada está acontecendo...

Cada pessoa reage de uma maneira, frente à situações extremas. Alguns entram em pânico logo no início. Outros fingem que está tudo bem... Mas a negação - creio eu - enquadra-se num extremo perigoso...

E voltando à falar sobre pânico, eu me pergunto: quem não deu uma “surtada” nessa quarentena? Quem não se abalou frente às situações tão difíceis, que estamos vivendo?

Penso, que de certa maneira, todo mundo está surtando nessa quarentena... Em maior ou menor, grau...

E se não surtou, das duas, uma: ou está em processo de negação, fingindo que nada está acontecendo... Ou, na verdade, ainda não caiu a ficha, quanto à gravidade do problema!

Em todos estes meses, vi inúmeras reportagens à respeito do estado psicológico das pessoas. Descrevendo desde de problemas físicos, como: insônia, queda de cabelo e problemas de pele, por causa do confinamento... Até mães desesperadas com os filhos em casa -  fazendo campanha pela volta às aulas... 

Numa outra reportagem que li - um ator descreveu os dias, em que de repente batia uma angústia, um aperto no peito – como se o mesmo fosse explodir...

A descrição dele - é certamente de um ataque de pânico, em que a sensação de morte é iminente: sentimos como se fossemos ter um ataque cardíaco, um AVC...

E essa – é uma sensação horrível! E só quem passou pelo problema, pode mensurar o nível de sofrimento!

Em todos esses dias e noites, eu tive os mais variados sentimentos: no início, de medo extremo, frente ao desconhecido! Pânico em sair de casa: eu e meu filho mais novo ficamos meses, sem sairmos  para nada...

Aos poucos, os médicos foram esclarecendo como devíamos agir. Como a infecção pelo vírus se dava... Que ele não estava pairando solto no ar  - esperando para pegar o primeiro incauto, que passasse por ele... Que dar uma volta ao ar livre, em algum parque - por exemplo  - seria até benéfica para a nossa saúde física e mental. Com os devidos cuidados, é claro!

Devagar, há alguns meses atrás,  os casos de Covid e as mortes foram diminuindo. Voltamos à fase verde, e pudemos ter alguns dias de certa normalidade:  salientando que o uso de máscaras e o distanciamento, sempre continuaram imprescindíveis!

No entanto, grande parte da população entendeu de forma errada, esses dias de relativa liberdade... 

Começaram novamente as aglomerações, e a rebeldia em não querer usar máscaras. Inúmeras festas clandestinas aconteceram no final do ano (e continuam acontecendo...). Uma grande parcela da população passou à viver - literalmente, como se não houvesse amanhã... 

E assim, o caos voltou à se instaurar nesse início de ano. E vimos novamente, cenas muito tristes: aumento de casos;  e muito mais mortes, do que antes...

Entretanto, apesar dos percalços dos últimos meses, seguimos em frente, com fé e esperança de dias melhores! 

E para finalizar, deixei para citar no final desta crônica, o fato mais importante: a chegada da vacina no Brasil! 

No domingo retrasado, dia 17 de janeiro de 2021 - assistimos emocionados à primeira brasileira - uma enfermeira de São Paulo – ser vacinada contra a covid-19!

Glorifiquei a Jesus pela sabedoria e conhecimento dos médicos, e pela ciência! Depois de mais de 10 meses, a chama da esperança está vívida em nossos corações!

Que Deus nos abençoe, e que essa pandemia chegue ao fim! Que possamos nos reencontrar sem medo e sem reservas... Que voltem os abraços, os beijos, e as demonstrações de afeto...

Que a vacina chegue para todos!! 🙏❤

“A luz do fim do túnel demorou, mas acendeu. Não é um passe livre que tudo terminou, mas um sopro de esperança para mantermos a luta!”              @Lifeondrawn 

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Feliz 2021! ❤

Para o Ano Novo, eu desejo que Deus nos abençoe com...🙌

A cura para essa pandemia!🙏🙏

Saúde para que possamos desfrutar o Novo Ano, em toda a sua plenitude!😇

Resiliência para que sejamos capazes de superar as perdas e decepções!🙏🙌

Coragem para recomeçar - se em algum momento de nossas vidas, nos sentimos paralisados!💪

Ânimo e força para seguirmos em frente, independentemente das circunstâncias!💪

Humildade para admitirmos nossos erros, e mudarmos no que precisamos mudar!🙏

Muita fé -  para que sejamos capazes de vislumbrar um futuro de esperança!🙌🙏💖

E que por fim...valorizemos que realmente importa nessa vida...💝

Que nesse novo ano: possamos ser "aquecidos" novamente, pelo "calor" de inúmeros abraços!😍💕

Que Jesus nos abençoe e nos guarde! 🙏

Esse é o meu desejo e a minha oração...🙏😇

Feliz 2021!!🎉🎇🎆

#felizanonovo 

#feliz2021 

#HappyNewYear 

#HappyNewYear2021

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

O verdadeiro Natal...❤

Hoje, faço uma re-postagem de um texto que escrevi em 2015. Mas que continua  representando muito bem, o verdadeiro sentido do Natal para mim e para a minha família!

♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡

Esta semana perguntei ao meu filho de quem era o Natal. Uma pergunta feita de forma simples, para uma criança.

Ele, em sua inocência, me respondeu que é do Papai Noel. Então expliquei a ele que o Natal é de Jesus, e que Papai Noel traz presentes, porque comemoramos o seu nascimento. Não sei se ele entendeu muito bem, pois só tem quatro anos! Mas não pude deixar de explicar  a quem verdadeiramente pertence o Natal!

Não quero que ele cresça com  uma ideia equivocada: acreditando que o Natal é apenas uma data em que ganhamos presentes.

Tampouco quero lhe tirar a ilusão de menino de quatro anos, que acredita em Papai Noel! Pois a  criança precisa de fantasias, e quando chegar o devido tempo, a vida se encarregará de lhe tirar essas ilusões de menino.

Infelizmente, muitas pessoas crescem e -  ainda que não acreditem em Papai Noel - associam o Natal apenas às coisas materiais, esquecendo do seu real significado.

O Natal é de Jesus! É o dia do nascimento do nosso Salvador!

É o dia em que o Menino-Deus veio até nós, nascendo em uma manjedoura, em toda a sua humildade! Cresceu, levou sua mensagem de fé e redenção à toda humanidade. Foi perseguido e pregado num madeiro.

E através do seu sofrimento e de sua morte, todos os que Nele creem (ou creram) encontra(ra)m a salvação!

Que neste Natal, nos lembremos do aniversariante principal, e da mensagem que Ele nos deixou!

Que ao trocarmos os presentes, nos lembremos que o fazemos porque sentimo-nos felizes, pois nesse dia o nosso Salvador nasceu!

Que a mensagem e o exemplo que Ele nos deixou, norteiem nossas vidas!

Que sejamos capazes de Amar, de perdoar, de ter compaixão. Que sejamos altruístas, ajudando a quem precisar! 

Que saibamos entender a essência da mensagem  que Ele nos deixou!

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre seus ombros; e o seu nome  será Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz."  Isaías 9: 6

Neste Natal... a  Jesus, nosso Salvador -  toda a honra e toda a glória!!

Um Feliz Natal, cheio de paz, alegrias, renovação e esperança para todos nós!

Com carinho...Adelisa.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Crônicas da quarentena...VIII

                                          “De repente, não mais que de repente!

[...] Fez-se do amigo próximo, distante

Fez-se da vida uma aventura errante

De repente, não mais que de repente!".

            Hoje estou aqui escrevendo, a minha oitava crônica da quarentena. Creio que essa estrofe desse poema -  adequa-se perfeitamente ao momento que estamos vivendo... 

Nesses últimos tempos, a vida tem sido realmente “uma aventura errante”... E não só os amigos próximos, mas os familiares, também se fizeram distantes...

            Hoje faz 261 dias que estamos de quarentena. Desde anteontem, retrocedemos à fase amarela, pelo aumento do número de casos de Covid e internações.

            À meu ver, a mesma demorou à ser decretada, por interesses políticos: no último final de semana, tivemos o segundo turno das eleições. E por “ironia do destino”, no dia seguinte, se deu o retrocesso...

            No entanto, já era de se esperar que uma segunda “onda” viesse (se é que saímos da primeira...), pois parece que para muitas pessoas, a “ficha ainda não caiu”!

            No domingo saímos de carro, e fiquei abismada, ao ver tantas pessoas nas ruas, sem máscaras.

Aos passarmos por um parque aqui da cidade, nos deparamos com aglomerações de jovens, em vários pontos. Mas fiquei mesmo estarrecida, quando passamos pela decoração de Natal: o que vimos, foi uma grande aglomeração! Pessoas sem máscaras tirando fotos, selfies, em meio aos enfeites – como se nada estivesse acontecendo!

            Aí, nos perguntamos: - Será que acabou a pandemia, e nós não ficamos sabendo??

            Voltei inconformada, ao presenciar tamanha falta de consciência e respeito ao próximo!

            Sim, porque aquelas pessoas que estavam ali, aglomeradas - sem nenhum cuidado – são as mesmas pessoas que irão levar o vírus para casa, e contaminar seus familiares!

Vejo também, que ainda há muita confusão e ignorância com relação ao assunto, ao vírus. Muitos acreditam, que quem já pegou, não pega mais; ou não transmite. Ou, que quem é assintomático - não transmite, também.

Ledo engano... Já foi comprovado, que quem contraiu a doença, pode contrair novamente. E mesmo que seja assintomático, se pegar pela segunda vez, ainda assim, pode transmitir aos outros!

E ainda há também, os que acreditam que seja “só mais uma gripe” -  menosprezando assim, o problema.

Argumentam que apenas uma pequena parcela da população (cerca de 10%) irá contrair a forma grave da doença.

Por outro lado -  vemos todos os dias, pessoas sendo entubadas, morrendo... Hospitais lotado!

Falta empatia, amor ao próximo - para se colocar no lugar dos familiares – e enxergar, que aqueles 10%: são pais, mães ou até filhos, de outras pessoas! 

Ontem recebemos a notícia, de que a UTI do hospital aqui da cidade está lotada!

É muito triste, ver o resultado do descaso do poder público; e da falta de consciência das pessoas...

Peço que me desculpem pelo desabafo. É que têm horas, que bate o cansaço e a indignação!

Porém, em meio a tudo isso, seguimos com fé: orando todos os dias, pedindo a Jesus - proteção e cura! Vislumbrando um amanhã melhor, apesar de todas as circunstâncias...

Agora há pouco vi na TV - a notícia de que a primeira vacina do mundo foi aprovada, na Inglaterra.

Que venham as vacinas – e que venha a cura! Mas enquanto elas não chegam, que nos protejamos! E principalmente, que protejamos ao nosso próximo!

#sesairusemáscara

#eviteaglomerações 

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Dia Mundial da Adoção ❤

            Hoje, no dia Mundial da Adoção -  estou aqui relembrando, como me tornei mãe do coração...

Quando o assunto é Adoção - confesso que sou uma entusiasta!

Então, faço uma repostagem, que na verdade é uma compilação de alguns textos que escrevi sobre o assunto, há alguns anos atrás.

[...]

Aos quarenta e dois anos descobri que havia entrado na menopausa, um pouco precocemente. E justamente, quando estava tentando engravidar...

Várias pessoas sugeriram-me que fizesse algum tratamento, já que a medicina anda muito avançada! Mas eu não quis forçar a minha natureza. Não sou contra esse tipo de tratamento, mas particularmente, não encarei como uma opção pra mim.

Eu já havia experimentado a maternidade em meu primeiro casamento. Na época não tive problemas em engravidar. Hoje minha filha já está adulta e me deu dois netinhos lindos... 

Como já escrevi anteriormente – logo de início pensei na possibilidade da adoção. Mas o meu marido se sentia inseguro. E eu não quis pressioná-lo.

O tempo passou – aproximadamente um ano. E como Deus sabe de todas as coisas, Ele permitiu esse tempo, para que a ideia e o desejo fossem amadurecendo em nossos corações... Meu marido ligava a TV e lá estava passando uma reportagem sobre adoção.  À princípio ele assistia sozinho. Depois foi ficando animado e me chamava, toda vez que via algum programa com o tema!

Até que um belo dia, ele chegou para mim e me disse que queria adotar! E lá fomos nós ao fórum para nos informarmos sobre os procedimentos! Providenciamos tudo e entramos na fila do CNA. Foram dois anos e meio de uma longa espera...

- Quando decidimos adotar um filho temos que estar absolutamente seguros de nossa escolha. Pois o preconceito existe: entre familiares, amigos... Em pessoas que menos se espera! Você ouve os mais variados tipos de comentários, tais como:

“- Nossa! Você tem muita coragem! Eu nunca teria coragem de adotar! Porque tem a genética, e você não poderá saber que tipo de “pais” ele tinha, e o que poderá se tornar!”.

Ou:  - “Ainda bem que ele veio bebezinho! Porque uma criança maior daria mais trabalho para se adaptar. E não seria a mesma coisa...”.

E nesses comentários desagradáveis, podemos sentir o preconceito das pessoas sobre o assunto! Ainda hoje, eu ouço essas coisas... Esses tipos de comentários são totalmente desnecessários, e eu rebato, respondendo:

- Por acaso a biologia dita o caráter de uma pessoa? 

- Meu filho, quando chegou, era sim um bebezinho! Na verdade, eu esperava uma criança maior, entre um e cinco anos. Mas Deus quis escrever a nossa história, de uma maneira diferente da que havíamos planejado: e meu filho chegou com apenas dois meses!

[...]

Amo falar sobre o assunto! Sou membro de vários grupos sobre adoção.

Gosto muito de ler as histórias, as expectativas dos pais até a chegada dos filhos... O período de convivência.

E também, de contar a nossa história: pois através dela, algumas pessoas têm lançado um outro olhar sobre a adoção.

Certo dia, eu publiquei a nossa história em um dos grupos. Através dela, eu recebi o seguinte comentário: 

      “Linda história... me emocionei... Estou na espera também há dois anos e 10 meses... também aumentei a idade e agora também mais 1 irmão...  Meu perfil 0 a 4 anos e 1 irmão até 7 anos.  Deus sabe a hora e o dia. Mas sua história me deu mais esperança... Beijos, que Deus abençoe”.

Como me alegra o coração, saber que ao contar a minha história, pude levar um pouco de esperança à essa mãe que espera seu(s) filho(s)!

E assim como aconteceu com essa mãe, aconteceu também com um casal que conhecemos numa viagem, há alguns anos atrás.

Hoje eles estão no CNA esperando seu filho(a). E o fato de ter nos conhecido, ajudou-os a tomar a decisão de adotar. E saber disso é mais um motivo para o meu coração se alegrar...

[...]

Quando esperava meu filho, eu estava pronta pra amá-lo, quer ele viesse com um, quatro ou cinco anos! Ainda que estivesse maltratado, e nem fosse bonito! Na verdade eu esperava uma criança assim: tanto que preveni o meu marido de que isso poderia acontecer!

No entanto, contrariando essa expectativa, nosso filho chegou - um bebê gorduchinho, lindo e sorridente! Mas eu não o amei mais por isso!

Amei-o desde o primeiro momento - simplesmente porque ele, a partir de então, era o meu filho!

Na verdade, como eu sempre digo: o Amor “brotou” em nossos corações, no dia em que o conhecemos...

É inexplicável como nasce esse sentimento! É “coisa” de Deus, mesmo!

[...]

O tempo passou...E o nosso Pitico cresceu, e já está com 8 anos!

Eu amo falar sobre a nossa história!  Nunca quis que fosse um tabu para ele. Falamos com nosso filho desde muito pequeninho...

Outro dia assistindo à TV, ele viu uma mulher grávida, com um barrigão. E ao conversar com ele, lembrei-o de que ele nasceu em meu coração.

Então, ele olhou pra mim pensativo, e me disse:

- Se eu nasci no seu coração, então eu estava na barriga de outra mãe?

Aí eu expliquei pra ele:

- Não! Você estava na barriga de outra mulher. A sua mãe sou eu! E por isso, você nasceu no meu coração! Lembra que eu te contei? 😊

E ele saiu satisfeito com a resposta. À partir desse dia, eu percebi que ele já está começando a entender o real significado, do que é “nascer no coração”!

Na semana passada, eu estava imprimindo alguns desenhos de um livrinho infantil que escrevi sobre a nossa história. Ele olhou para os desenhos, e disse para mim e meu marido:

- Essa é a minha história! Sabia pai, que eu estava na barriga de outra mulher? Depois de um tempo, você e a minha mãe foram me buscar, lá naquela casinha? Então, eu nasci no coração de vocês... Né, mãe?

Nós nos olhamos, olhamos para ele e sentimos tanto Amor!

E que felicidade sentimos -  ao constatarmos que ele está crescendo, e assimilando tudo descomplicadamente. Sem encucações ou neuras!

[...]

Agora - falando com experiência de causa: sou mãe biológica e do coração. E posso afirmar, que não existe diferença nenhuma, no Amor que sinto por ambos!

E sabem por quê? Porque um filho nasce primeiramente, lá no âmago do nosso ser! Independentemente de ter sido gerado no ventre ou no coração... A única coisa que é imprescindível ter, para ser mãe ou pai... é Amor! É ter apenas, a capacidade de Amar!

É uma bênção que Deus concede a todos! Basta querer e se entregar incondicionalmente a esse Amor...

Quem adota com responsabilidade e amor, certamente muda a vida de uma criança para melhor! Por outro lado, essas crianças, mudam totalmente as nossas vidas também!

Somos “adotados” quando olhamos para aqueles olhinhos pela primeira vez... À partir desse dia, as dúvidas transformam-se em certezas; e Deus testifica em nossos corações, que ali, naquele momento, encontramo-nos diante de nosso filho!

E hoje, no Dia Mundial da Adoção, eu oro e glorifico a Deus pela vida do meu filho! Agradeço pela benção e pelo privilégio de ser Mãe do Coração!

E digo e reafirmo, que o que realmente importa nessa vida - é o Amor!

Amo você meu filho! E eu Amo ser Mãe do coração... ❤❤

“Não habitou meu ventre, mas mergulhou nas entranhas da minha alma.

Não foi plasmado do meu sangue, mas alimenta-se no néctar de meus sonhos. Não é fruto de minha hereditariedade, mas moldar-se-á no valor de meu caráter.

Se não nasceu de mim, certamente nasceu para mim”.

D. A.

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Crônicas da quarentena... VII

          Hoje faz 228 dias, ou mais de 7 meses, que estamos de quarentena. E eu estou aqui, mais uma vez, escrevendo a minha sétima crônica da quarentena.

É interessante: ao reler as anteriores, pude relembrar de tudo o que aconteceu, desde que o mundo foi assolado por esse vírus desconhecido. Pude relembrar o pânico frente ao desconhecido, as reações que tivemos, no início. A insegurança, a perplexidade, a tristeza diante do isolamento e afastamento de nossos entes queridos!

Talvez alguns se perguntem, se não me canso de escrever sobre o assunto... Na verdade, não! É bom registrar tudo, para no futuro, recordar; e se for o caso, não cometer os mesmos erros!

Hoje, estamos na fase verde. Essa fase foi decretada há algumas semanas. As mortes e novos casos diminuíram aqui no Brasil. Porém, na Europa, os casos estão aumentando novamente, e todos temem, por uma segunda onda!

Apesar, de aqui ter sido decretada a fase verde, a pandemia continua -ceifando vidas e adoecendo muitos, ainda. Temo que a mudança, possa ser uma mera decisão política, pois as eleições se aproximam.

Ainda assim, agradeço a Deus, pois temos mais liberdade! Saímos de vez em quando, com todos os cuidados que o momento requer.

Entretanto, o que me desanima e me preocupa - é que muitas pessoas acreditam, que não precisam mais continuar tomando, os devidos cuidados. Não enxergam - que o momento atual requer cuidados, sim! O contágio pelo vírus não acabou, e a vacina ainda não chegou! Só nos sentiremos seguros, quando todos estiverem imunizados!

Ao contrário do que muitos pensam – a imunidade não vem, depois que se contrai a doença. Continuamos suscetíveis, e ainda pior: se contrairmos novamente, podemos transmitir novamente, também...

E mesmo com tudo isso acontecendo, o que ainda se vê, são aglomerações e mal exemplo - de autoridades que deveriam ser as primeiras à conscientizar a população, e dar o exemplo!

Confesso que usar máscara incomoda. Dá falta de ar... Muitas vezes, me sinto sufocada! Mas seu uso é necessário! Para nos protegermos e protegermos o nosso próximo. Então, me pergunto: pra quê tanta teimosia em usá-la?

Na semana passada, ao me deparar com tantas coisas erradas em notícias e mídias sociais, confesso que me senti triste, estressada... Às vezes dá um “canseira” de ver tanta coisa errada! No entanto, temos que seguir em frente, apesar das circunstâncias.  

E falo aqui, daquilo que acredito e que acho correto.

...

Agora: pensando de maneira positiva sobre essa quarentena...

Como já disse certa vez, volto à repetir: passei à valorizar tantas coisas, que antes me passavam desapercebidas!

Há algumas semanas, lembro-me que acordei tão feliz... Simplesmente porque estava chovendo! E na verdade, eu nem gosto de chuva!

Mas com a seca, e o calor quase insuportável que havia feito nas semanas anteriores - aquela chuvinha caiu como um refrigério! Glorifiquei a Jesus! Com ela, pudemos ter um pouco de "refresco", pois a temperatura naqueles últimos dias, estava ultrapassando os 40º!  

É engraçado como somos contraditórios, e somos confrontados por essas nossas mesmas contradições: na maioria das vezes, nós somente damos valor à certas coisas, quando nos sentimos privados, em poder usufruí-las!

Assim - é também com a nossa liberdade -  que na verdade, na maioria das vezes, nos passava desapercebida...

Como exemplo, posso citar um parque que tem aqui, pertinho da minha casa: ele sempre esteve lá, pertinho... Mas nem nos lembrávamos dele, com a correria do dia a dia! Precisamos desses dias de quarentena e isolamento, para enxergarmos toda a beleza que ali reside! Nas tardes em que lá caminhamos, sentimo-nos como se estivéssemos em um oásis, em meio ao deserto de nossos dias!

Tenho refletido também (novamente) - à respeito da importância das coisas, nesses dias tão atípicos... Olho para as minhas inúmeras roupas, colares (que sempre gostei muito), sapatos, e etc. E vejo como algumas coisas se tornaram supérfluas: simplesmente, porque não tenho mais, quase, aonde usá-las!

Entretanto, apesar dos inúmeros tropeços, e de um certo desânimo que às vezes teima em brotar em meu coração, sigo meus dias, com a fé e a esperança – sendo renovadas à cada manhã.

Aguardando ansiosamente, por dias melhores - que se Deus quiser, hão de vir!

“Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.” 

Romanos 8:18           

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Cozinha e afeto...💕


- Vovó! Porque você só faz bolo chique??  Foi essa, a pergunta que a minha netinha me fez, quando inventei de fazer “biquinhos” de chantilly, em cima dos pedaços de bolo de maçã, que eu iria servir pra eles, no café da tarde!

Expliquei-lhe que meus bolos não são chiques: apenas gosto de torná-los bonitos, para eles (todos aqui de casa)!

Hoje me deu vontade de escrever sobre “Cozinha e afeto”. Ou “Comida afetiva”.

Minha irmã Ricardina, me sugeriu o tema, há algum tempo atrás.  Sempre digo, que ela é minha “revisora” – na maioria das vezes, envio meus textos para ela ler e dar sua opinião! Ou, até para encontrar algum erro, que me passou desapercebido. É minha conselheira também: muitas vezes me alerta, quando falo demais... E, além de tudo isso, também me dá sugestões de temas!

E ao pensar em “Cozinha e afeto”, penso que o tema tem muito à ver comigo! Gosto muito de cozinhar e fazer doces, para aqueles que eu amo! Me sinto realizada, ao fazer pães, bolos ou doces, para a minha família: meu filho, minha filha, meu marido, meu netos... E amo compartilhar minhas receitas!

Lembro-me também, da minha outra irmã, a Lur: que sempre gostou de cozinhar, e faz receitas deliciosas!  Quando vamos comer em sua casa, sempre sai um banquete: com suas tortas, carnes dos mais variados tipos, risotos... É sempre aquela fartura!

Cozinha com Afeto ou Comida Afetiva desperta em todos nós, quase que invariavelmente, a sensação de afeto genuíno e amor.

E também, os gatilhos de memória ou sensações, que ficaram esquecidas em nosso passado, e que muitas vezes, nos remetem à nossa infância!

Eu por exemplo, tenho muitos desses “gatilhos”! 

Se eu puxar pela memória, lembro-me nitidamente dos bolinhos de arroz que a minha mãe fazia, quando eu era criança! Eram deliciosos, cheios de orégano, cheiro-verde e queijo; como só ela sabia fazer!

Lembro-me também, das broinhas de fubá que ela fazia, e moldava na xícara, chacoalhando-as!  Das fatias douradas (um doce feito com pão amanhecido), do mingau de maisena ou farinha de milho. Da pizza borrachudinha, feita na forma Fulgor. Da "roupa velha" - que na verdade, era uma gororoba feita com sobras de arroz e feijão, linguiça e farinha de milho - e ficava um delícia! Tinham os ovos quentes, comidos na casca - que hoje, eu não tenho mais coragem de comer... 

Outro dia aqui em casa, lembramos da sopinha de café com leite - e hoje, até meu filho e meu marido, comem no café da manhã!

Lembro-me da estufa do fogão, da casa da minha Vó Elisa: eu chegava, e ia direto ver na estufa, se tinham sobrado sardinhas fritas, do almoço... Eu amava!

Lembro-me dos doces de laranja em calda, que a minha avó Adelaide fazia... Dos quitutes deliciosos, que ela e a Tia Aparecida, faziam...

Lembro-me também, dos aniversários da minha amiga Sofia: e das esfihinhas, do cuscuz e o pudim creminho, que a D. Cidinha fazia...

Todas essas memórias, e muitas outras mais - de comidas simples, sem sofisticação -  remetem-me à minha infância, trazendo uma sensação gostosa: de conforto e aconchego!

E quando eu cozinho, ou faço meus bolos “chiques”, como disse minha netinha - eu não estou colocando apenas ingredientes palpáveis, como a farinha, o açúcar e o leite condensado: coloco também, todo o meu carinho e amor. 

Talvez, eu faça isso, meio que inconscientemente, para que, ao comerem, ou lembrarem dos meus quitutes - lembrem-se também, automaticamente, do amor que sinto por eles...💕 

Como disse, Mia Couto: “[...] Cozinhar não é serviço. Cozinhar é um modo de amar os outros ...”.  

Link do blog de receitas: https://byadelisa.blogspot.com/

domingo, 6 de setembro de 2020

Quando o Amor encontra a Fé...

Imagem extraída do Google 

                Essa semana, eu tive que dar uma saída de manhã. E aproveitei, para ir à pé, e fazer uma caminhada – já que nessa quarentena, tive que parar com todas as minhas atividades.

            Atravessei uma avenida movimentada aqui de minha cidade, e já ia atravessar para o outro lado; mas vinham tantos carros, que acabei permanecendo no canteiro central.

            Passaram por mim, alguns homens com um tripé e alguns outros equipamentos. Achei que se tratava de fiscais do radar móvel. Ao me aproximar, para minha surpresa, me deparei com o Sr. Jairo orando com as mãos elevadas para o céu. Só então me dei conta, que estava passando em frente ao hospital. E aquela, era uma equipe de TV!

            O Sr. Jairo - para quem não sabe - é um pai que há mais de quarenta dias, faça chuva ou sol – pedala aproximadamente 14 km, e para em frente ao hospital em que seu filho permanece internado, vítima da Covid. Com o seu filho na UTI e as visitas proibidas, esse pai vai todo “santo” dia orar e clamar a Deus pela vida do filho. 

            Eu já tinha visto a imagem dele na internet. As enfermeiras do hospital tiraram a foto, que viralizou nas redes sociais e páginas de notícias de minha cidade, logo depois.  Fiquei sensibilizada e até compartilhei a história, em minha página.

            Alguns dias atrás, ao assistir o jornal da hora do almoço, me deparei com a reportagem, contando a história de fé e amor, desse pai que ora sem cessar, por seu filho.

            Eu e meu marido paramos para assistir. E soubemos da história em detalhes: desde o dia 22 de julho, o seu filho Daniel de 27 anos, está internado por complicações da Covid. Teve que ser entubado e permaneceu um mês na UTI. 

            O pai, para poder ficar mais perto do filho, resolveu ir de bicicleta e orar em frente ao hospital, todos dias! Na reportagem ele afirmou:

             “Venho todos os dias, faça chuva, sol ou feriado. Estaciono minha bicicleta, faço minhas orações e, depois, volto para casa cantando. É meu ato de fé, um jeito de pedir que Deus tome providências sobre a vida do meu filho”.

E justamente no dia da gravação, as enfermeiras fizeram uma surpresa, e levaram seu filho à janela para acenar para ele... Essa cena emocionou a todos que assistiram! 

Sem que nos déssemos conta, eu e meu marido já estávamos com as lágrimas rolando em nossas faces... Até comentei com ele: que vontade de ir lá, dar um abraço no Seu Jairo e orar junto com ele!

À partir desse dia, nunca mais nos esquecemos de pedir pelo seu Jairo e seu filho Daniel, em nossas orações. Meu filho, às vezes no início da oração, já pede pelos dois!

E voltando ao que aconteceu, esses dias: de repente, me vi frente a ele -  lá, com as mãos levantadas para o céu, orando. Não parei para orar junto, porque nesses dias atípicos que estamos vivendo, creio que formar uma aglomeração ali, só iria atrapalhá-lo. Mas ao passar por ele, não pude deixar de bater em seu ombro, e lhe dizer (nem sei se ele ouviu direito, porque estava concentrado, orando):

- Seu Jairo: estamos orando pela cura do Daniel! Que Deus abençoe, em nome de Jesus!

Continuei o meu caminho, e passei um bom tempo do dia, emocionada...

As orações do Sr. Jairo, com certeza chegaram aos céus: seu filho, aos poucos - está melhorando! 

Essa é uma daquelas histórias que aquecem o coração...

Sei que muitos perderam a batalha para esse vírus tão devastador! E muitos sofrem com suas perdas. Para esses, peço que o Espírito Santo de Deus os console!

Quanto ao seu Jairo:   com seu ato tão lindo de fé e amor - tocou à mim, profundamente! E certamente, tocou a muitos, mais!  

E com certeza, há uma multidão -  clamando e orando junto com ele, pela vida do seu filho! Que Deus abençoe a ele e a todos os que estão doentes - com a cura, em nome do Senhor Jesus!

 

“E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, e a paciência a experiência, e a experiência a esperança”.                                                                                                                                         

                                                                                                       Romanos 5: 3-4

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Minha amoreira


Deus me presenteou com essa Amoreira...💞😍😍

Ela é para mim - uma das maiores provas de resiliência! 

Através dela, Ele me lembra todos os anos: que sempre é possível se superar e recomeçar! 😇😍

Glória a Jesus, por isso!🙏😇 💖

“Porque há esperança para a árvore que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos. Ao cheiro das águas brotará”.           Jó 14: 7-9 


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