O que realmente importa...

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São Paulo, Brazil
Cheguei ao final do ano de 2009 totalmente estressada e esgotada devido as preocupações do dia-a-dia, com trabalho, estudo, e etc. Na verdade, eu não tinha nenhum problema específico. Apenas, era pessoa ansiosa e preocupada demais com o dia de amanhã. Mas como está na palavra de Deus: "...basta a cada dia o seu mal". Eu precisei passar por um sofrimento muito grande, pra enxergar que na verdade, as minhas preocupações, as minhas ansiedades não mereciam as noites de sono mal dormidas, a depressão que estava querendo tomar conta de mim! Sem querer negligenciar todo resto, eu aprendi que nada nesta vida tem realmente importância, a não ser, a vida daqueles que amamos...estes sim, são o que realmente têm importância em nossa vida... Eu tenho uma filha e um marido maravilhosos, que eu Amo, e que são bençãos que Deus me deu! Eu tenho familiares maravilhosos que eu Amo muito... E tenho amigos maravilhosos que amo muito também...Enfim, tanto pra agradecer ao Senhor! Mas só depois que eu perdi a minha amada sobrinha Júlia, foi que tive a real dimensão da importância de todos eles em minha vida! Todos eles são o que realmente importa pra mim! Todo o restante é secundário...07/2010
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sexta-feira, 31 de julho de 2020

E de repente... lá se foram dez anos! ❤

No início desse mês, de repente me dei conta, que já faz dez anos que escrevo em meu blog! Parei para pensar sobre o assunto, e eu mesma me espantei: é muito tempo!!
Como a maioria das pessoas que acompanham a minha escrita, sabe - comecei à escrever após viver uma tragédia em família: minha amada sobrinha Júlia, ficou doente e faleceu em maio de 2010 aos sete anos de idade; após lutar durante cinco meses, contra um tumor cerebral. 
Nessa época, a impressão que eu tinha, era a de que estávamos vivendo um pesadelo, e que à qualquer momento iríamos acordar, e tudo voltaria ao normal...
No entanto, ainda que na época, talvez não tenhamos conseguido entender os desígnios de Deus – tivemos que aceitar a Sua vontade, e a Juju partiu...
Partiu, deixando saudades e uma tristeza enorme em todos nós! Ainda assim -  foi Deus quem nos consolou e fortaleceu, à partir de então.
Logo depois, comecei à sentir a necessidade de falar sobre essa experiência trágica e tão marcante, que vivemos! A tristeza e as saudades transbordavam em meu coração, e a escrita foi um meio de eu extravasar meus sentimentos... Porém, eu não entendia nada de Blogues. Minha filha mais velha, foi quem criou a página para mim, um mês depois que ela partiu. Com o tempo, aprendi a usar o programa, e fui aprimorando a minha página.
No início, comecei à escrever despretensiosamente, em memória de minha sobrinha. Só mesmo, para pôr para fora, a dor que me corroía por dentro! E também, para refletir sobre o que aprendemos com tudo aquilo que vivemos, ao presenciarmos tanto sofrimento...
Por esse motivo, nomeei meu blog como “O que realmente importa...”. Foi uma constatação que fiz na época.
Minha vida e meus valores foram ressignificados, através da doença e morte da Juju! Sua existência foi breve. Mas aquela linda menina loirinha, carinhosa e delicada – deixou-me tantas lições...
Ela partiu. No entanto, o Amor que nos unia, jamais deixará de existir! Tem um lugar todo especial, em meu coração! ❤
E de lá para cá -  quase que involuntariamente – comecei à escrever, e não consegui mais parar!
Nestes dez anos de escrita, ouvi muitas vezes:
“– Você se expõe muito!”,
“–Não deveria falar tão abertamente dos seus sentimentos...”,
“– Cuidado! Têm pessoas maldosas na internet!”,
“– ...talvez você devesse parar de escrever...”.
Meus familiares, algumas vezes, ficaram temorosos:  pois até um perseguidor anônimo - que lia tudo que eu escrevia, e fazia comentários maldosos - eu consegui! De início, eu respondia. Argumentava seus questionamentos maldosos. Na verdade, ele era um de meus leitores mais assíduos. Certa vez, teve a capacidade de comentar quatro textos meus, consecutivamente.
Com o tempo deixei de responder... Em minha opinião, alguém que não tinha a hombridade de se identificar ao expor suas ideias, não merecia resposta. Me perseguiu por anos, até que desistiu... Graças a Deus! 
De vez em quando, esporadicamente, aparece algum “raivoso”...☺
Quem escreve, tem que estar preparado para lidar com todo tipo de crítica. Graças a Deus, a grande maioria das críticas são positivas!  E consigo passar mensagens de superação, fé e ânimo -  para os meus leitores.
No que se refere ao estilo - a meu ver -, sou um tanto limitada, se comparada a outros escritores: só consigo escrever sobre o que vivencio. Não escrevo contos, romances ou poemas. Não tenho criatividade para criar histórias fictícias. Todas as minhas histórias, são verídicas. Sou cronista!
Apesar de gostar de ler e escrever desde a minha adolescência, eu não tinha a escrita como um hábito. E jamais imaginei, que um dia me tornaria escritora.
Comecei tarde – somente aos quarenta e cinco anos. Todo o processo foi desencadeado pela dor. E a escrita foi se tornando um hábito, uma necessidade!
Uma espécie de “verborragia”! Em alguns dias, a vontade de escrever surge tão premente, que a impressão que tenho -  é de que se não escrever, vou me “afogar”, pelas palavras não ditas!
No ano seguinte à criação do meu blog, meu filho mais novo chegou - ele é meu filho do coração...❤ Então, comecei à escrever sobre maternidade e adoção, também.
Escrevo quando estou triste, quando estou indignada. Escrevo quando estou alegre!  Escrevendo - a minha vida surge em flashes em minha mente! E tudo vai passando como um filme:  tudo o que foi vivido, até então!  Coisas boas e ruins. Muitos erros... Mas muitos acertos, também!
Através de tudo isso, Deus vai me lapidando. Vai aparando minhas “arestas”. Mostrando-me, que mesmo em meio às lutas, as provações e aos “vales”, Ele sempre esteve comigo, sempre me sustentou e sempre me levantou!
Escrevo também, sobre o Amor que sinto pela minha família!  Nesses dez anos - além de um filho - ganhei também dois netinhos! E a alegria genuína, as peraltices e as tiradas engraçadas, que só as crianças têm - alegram a minha vida! E o amor é tão grande - que transborda, extravasa... E às vezes tenho que eternizá-lo, através das palavras! ❤
Escrevo também, sobre minhas trapalhadas e minhas distrações. Sim, porque sou muito distraída! ☺
Escrevo sobre as histórias que observo, ao longo da minha “caminhada”.
Histórias interessantes, de pessoas interessantes! Algumas cômicas, outras nem tanto. Mas todas - histórias de vida!
História de gente comum, assim como eu. Que tem falhas e limitações. Porém, que se levanta todo dia, e tenta de novo! Que luta diariamente: às vezes vencendo, às vezes perdendo... Mas sem desistir - sempre lutando!
E então, o saldo - destes dez anos de escrita - foi:  dois livros de crônicas (coletâneas), um livro infantil sobre adoção; e textos, para mais uns dois livros...
Assim vou seguindo, sempre escrevendo... Contando as minhas histórias e as minhas impressões sobre a vida!
Alguns me perguntam: “– Por que você escreve?”
Escrevo, porque escrever já é parte de mim! É por isso que escrevo!
E sem querer ser pretensiosa - sinto que muitas vezes, consigo tocar os corações das pessoas, com as minhas palavras... 
E como me alegro, quando tomo conhecimento, de que com meus textos e minhas vivências - pude, de certa maneira, ajudar alguém à seguir em frente, à superar, e se superar! Essa é minha maior recompensa!!
Obrigada a todos os meus leitores! São vocês - que dão sentido à minha escrita!
Hoje, louvo e glorifico a Deus, por ter me dado forças para seguir em frente! Para, jamais desistir!
Obrigada, Jesus, por uma década - de escrita e inspiração! ❤


quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Em memória de uma Princesinha, chamada Júlia...❤

              Ontem, ao olhar o calendário, lembrei-me que era a véspera de um dia especial.
De que hoje, dia 23 de outubro seria o dia do aniversário, de uma menininha que viveu pouco - mas que nos marcou pra sempre...
Não sei porquê, mas lembrei-me de uma das últimas vezes, em que ela esteve aqui em casa comigo.
Lembro-me que ela vestia uma calça de jeans, dessas de menina, toda delicada! E levei-a de volta, de ônibus. Eu ia trabalhar, e no caminho deixei-a com a minha irmã – sua mãe.
Lembrei-me disso, e bateu uma saudade!
Ainda essa semana, eu e minha filha lembramos de tudo o que vivemos quando a Jujú adoeceu e partiu...
Lembramos do significado de sua doença e morte, para todos nós! Foi um momento de dor, mas também de união para toda a família.
Todos nós passamos à refletir, sobre o real significado da vida, da família, da união. Da brevidade da vida. E da relativa insignificância, dos bens materiais!
           Enfim, paramos para pensar, no que realmente importa nessa vida!
E Deus nos sustentou até aqui.
De lá pra cá passaram-se nove anos... 
E cá estamos nós: no corre e corre do dia a dia! Muitas vezes estressados e sobrecarregados!
Então lembrei-me daquela menininha linda, sensível, delicada... que em tão pouco tempo, nos ensinou tanto!
E pensei: a vida é tão breve, e a gente se estressa tanto! Algumas vezes, com razão. Mas na maioria das vezes, por tão pouco...
Quisera eu, poder abraçá-la, mais uma vez... E ouvir a sua voz, me chamando de “Tia Dê”...
O tempo passou, passaram-se os anos, e de vez em quando, as lembranças tornam-se vívidas, em minha memória!
De quando em quando, olho as fotos dos porta-retratos. As fotos eternizam a menina que partiu, e que deixou saudades...
A sua existência tão breve, a sua partida tão prematura: deixou-nos marcas profundas!
O tempo pode passar, mas o Amor permanece... Jamais será esquecida!
Gosto muito de um pensamento que diz: “Saudade é o Amor que fica...”.
Saudade é verdadeiramente, o Amor que fica em nós, de quem já partiu...Mas que terá um lugar para sempre guardado, bem juntinho do nosso coração!
Hoje, o dia tem “nome”, tem “cheiro” e tem um “ar” de saudade...
Em memória de uma Princesinha, chamada Júlia...para sempre meu coração! ❤

"... Algumas pessoas são sim eternas, dentro da gente."

domingo, 23 de outubro de 2016

Juju: saudades eternas... ❤

No que você está pensando?”
Essa é a pergunta que o Facebook me faz todos os dias...
Hoje estou pensando numa menininha loira, linda e delicada, que partiu prematuramente...💔
E que com sua partida, deixou-nos a todos, meio perdidos... 
Na época tivemos que rever todas as nossas certezas, ressignificar as nossas vidas e, apesar de tudo, fortalecer a nossa fé para seguir em frente; aceitando a vontade de Deus! 
Não foi fácil aceitar a partida tão repentina de uma garotinha tão cheia de vida!
Foi surreal... Uma dor imensurável!
Hoje estou aqui pensando nela, na minha amada sobrinha Júlia, que estaria completando 14 anos...❤
Seria um dia de festa...
Com certeza teria se tornado uma linda mocinha!
Mas que na minha lembrança ficou eternizada como criança... 
E se eu pudesse lhe falar mais uma vez neste dia: lhe diria, que em todos esses anos, jamais deixei de pensar nela um só dia...
E que jamais vou deixar de pensar e lembrar!! 
Porque o que nos unia e une é o Amor! E este, nem o tempo, nem a distância e nem a morte, podem apagar!
Saudades eternas da minha amada Juju...❤
"Saudade é o amor que fica!” ❤
Fica com Deus, linda da tia...
Descanse na paz de Jesus!
Com Amor... tia De.❤ ❤

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Como seria bom se houvesse horário de visitas no céu...♥

Imagem extraída do Google e editada
Ah!  Como seria bom se houvesse horário de visitas no céu...
E se houvesse... A primeira coisa que eu faria no dia de hoje, seria abraçar minha sobrinha Júlia, mais uma vez... ♥
Daria um abraço bem apertado pra matar as saudades desses últimos quatro anos de ausência! Quanta saudade!
Eu diria à ela que não houve um dia sequer, em todos esses anos,  em que não pensei nela...  
Às vezes, com tristeza, porque a saudade  muitas vezes apertou meu coração,  e doeu como se fosse uma ferida aberta!
Noutras vezes, senti  uma outra saudade:  aquela que me fez lembrar dos momentos bons que tivemos juntas , que aqueceu o meu coração; e  é gostosa de sentir!  Muitas vezes, eu fiz de conta que ela foi viajar e que um dia iria voltar...
Se houvesse horário de visitas no céu... Eu lhe encheria de beijos pelo seu aniversário! Hoje ela já seria quase uma mocinha... Eu fico a imaginar como ela estaria linda! Com certeza, com um vestido vermelho!
E eu tiraria uma foto de nós duas juntas,  abraçadinhas!  Pra eu poder olhar a cada vez que sentisse saudades... Essa é uma das coisas que eu queria ter feito, e por um capricho do destino, não fiz...
Tantas coisas não ditas, não feitas, tomaram uma proporção tão grande na impossibilidade de vê-la mais uma vez!
Se houvesse horário de visitas no céu...  Eu diria à ela, que o tempo pode passar, os anos podem vir...  Mas que a sua existência,  ainda que breve, marcou a vida de cada um de nós! E que a cada vez que eu me esqueço do que realmente importa nessa vida, imediatamente eu me lembro dela, e tudo passa a ter um outro significado...
Que o Amor que surgiu dentro do meu coração,  desde o primeiro momento em que a vi, não se apaga... Nem com o tempo, nem com a morte!
      E lhe diria:
      - Fica com Jesus, linda da Tia! 
      - Amo você!  E te amarei pra sempre...    
      - Minha amada sobrinha, Júlia... ♥

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Cartinhas de amor... em memória de Júlia...♥♥

Ontem demorei a pegar no sono. Muitas recordações teimavam em povoar minha mente... 
Hoje, o meu peito está "apertado". E um misto de tristeza e saudade invade minha mente e meu coração...
Outro dia assisti na TV, uma matéria sobre como mensagens de encorajamento ou de amor e esperança, podem  ajudar crianças que estão sofrendo com doenças graves. Isso me fez recordar da época em que minha amada sobrinha Juju adoeceu. 
Por coincidência, eu havia assistido a um filme chamado "Em busca de um milagre", em que um menino adoece com um tumor cerebral. Ele é desenganado pelos médicos, mas a mãe não aceita o diagnóstico. E move uma campanha nacional para que o menino receba mensagens de ânimo e esperança, acreditando que assim ele se fortaleceria. No final, por um milagre, ele fica curado.
Então, na época em que descobrimos a doença da Juju, automaticamente me lembrei desse filme. E acreditei com todas as minhas forças que ela ficaria curada!
A partir de então, durante cinco meses, eu escrevi inúmeras cartinhas a ela quase todos os dias.  
Eu trabalhava na rua de trás do correio, e a atendente acabou fazendo amizade comigo.  E me perguntava sempre sobre o estado de saúde dela. Até as filhas das minhas  colegas de trabalho resolveram escrever mensagens de ânimo pra ela.
Na época, eu comprava os adesivos de que ela tanto gostava: Jolie, Princesas, e etc. Comprei também canetinhas coloridas e  folhas enfeitadas. 
Escrevia mensagens de Amor, carinho,  de fé, e que falavam também, de quanto Jesus a amava.
Não tenho ideia de quantas cartinhas enviei nesse período. Perdi as contas! Só sei que foram muitas...
Em cada cartinha, eu tentava passar a ela - que sofria tanto, e que estava tão debilitada - o ânimo, a fé e a esperança de que no final, tudo daria certo, tudo ficaria bem... Eu realmente acreditei nisso!
Mas, não foi da vontade de Deus que ela permanecesse aqui conosco...
Muitas vezes é difícil aceitar e entender a vontade de Deus. É verdadeiramente, um processo doloroso! 
Mas em tudo, eu creio que Ele tem seus propósitos. E quando coisas ruins acontecem, eu creio também, que Ele nos capacita para suportá-las.
Pois bem, no dia 29/05/2010 minha amada Juju partiu...
Apesar de todas as nossas orações, de todas as nossas esperanças, e de todas as minhas cartinhas... E na época, eu me perguntei: por que fui assistir justamente àquele filme?
Talvez, por uma ironia do destino, eu tenha assistido a aquele filme alguns dias antes de descobrirmos a sua doença. Mas prefiro acreditar que foi para que eu tornasse os seus dias um pouco mais felizes, em meio a todo aquele sofrimento.
Creio que ela deveria esperar com alguma expectativa as minhas cartinhas... E espero que possam ter lhe trazido um pouco de alento, pois coloquei nelas todo o meu Amor! E, de certa maneira, acabei me confortando também, ao passar a ela todo o meu afeto através daquelas folhas de papel...
E hoje -  o dia de sua partida - após quatro anos, eu gostaria que a alegria se sobrepusesse à tristeza, pois eu quero me alegrar por ter tido o privilégio de ser sua Tia!
Alegrar-me, por ter sido capaz de lhe proporcionar alguns momentos realmente felizes, em seus sete anos de vida! Eu a amei e me senti amada por ela... E um dia, nos reencontraremos - essa é a certeza que nos dá a Palavra de Deus!
Então, que hoje nos lembremos da menina linda, inteligente, meiga e delicada que ela foi... E que jamais será esquecida!  
A sua existência foi breve, sim. Mas marcou profundamente cada um de nós!
E a sua lembrança e tudo que vivemos, todos os momentos felizes, estão  gravados pra sempre, em meu coração...♥
Com todo Amor... Tia Dê.
"Saudade é o Amor que fica...". 

Mais histórias sobre a Juju: http://adelisa-oquerealmenteimporta.blogspot.com.br/search/label/Minha%20sobrinha%20%20J%C3%BAlia

terça-feira, 29 de maio de 2012

E por falar em saudades, lembranças e flores...

Depois que a minha amada sobrinha Juju se foi, alguns dias do ano são especialmente difíceis. O dia 29 de maio é um deles...
Nestes dias eu sinto vontade de escrever, porque escrever pra mim é catarse.
No dia 29 de maio de 2010, há exatamente dois anos, de repente o dia se fez noite, pra mim e pra toda a  minha família!
Nesse dia, após mais de cinco meses de sofrimento, a Juju se foi...
É difícil lembrar, pois até hoje tudo me parece surreal! Às vezes tenho a impressão que nada disso aconteceu, e que ela vai voltar, como se   nada  tivesse acontecido...
Ontem saí pra caminhar, depois de quase dois anos de pausa. 
Na época em que ela adoeceu, eu fazia parte de um grupo de condicionamento físico. Depois de tudo, perdi a motivação e parei por mais de dois anos com as caminhadas. Eu me sentia deprimida, desmotivada, e parei. 
É engraçado, mas certas coisas se tornaram difíceis pra mim, depois do que aconteceu.
Pois bem: ontem resolvi voltar no Centro Esportivo e enquanto caminhava, eu fiz um balanço destes dois anos que se passaram.
Agradeço a Deus, porque já estou há quase dois meses sem tomar antidepressivo e calmante pra dormir.
Parece exagero pra quem nunca viveu uma situação como essa, mas eu precisei dos remédios (como uma espécie de muleta) pra conseguir enfrentar tudo o que aconteceu...
...
Admiro minha irmã, mãe da Juju: ela já largou os remédios há mais tempo. Teve coragem e força pra enfrentar sua dor! Minha irmã é uma guerreira e eu a amo e a admiro muito!!
E neste dia tão difícil, peço a Deus que lhe dê paz e  conforto (a ela e ao meu cunhado). 
...
Enquanto caminhava, me veio à cabeça a letra de uma música que gosto muito, "Flores em vida" (Paulo César Baruk). E sua letra diz assim:
"...Eu já não alcanço o passado
Meus limites reconheci
O hoje é tudo o que tenho, isso entendi
Preciso trazer a memória histórias que desprezei
Não posso me esquecer, venho te oferecer
Flores em Vida
Enquanto é dia!
Já não me esqueço, hoje ofereço
Flores em Vida
Enquanto..."
Um das coisas que me confortam é saber que dei todo Amor que podia dar à minha querida Juju! Amei-a de certa maneira, como se ama uma filha, e não apenas como sobrinha...
Abracei, beijei, mimei, dei carinho. Dentro de minhas possibilidades, fiz todas as suas vontades!
Hoje, penso nela e fico imaginando que ela seria minha pequena "ajudante" pra cuidar do Pedrinho (ela que era tão cuidadosa e tão responsável...).
Muitas coisas me remetem a certas lembranças... 
Estes dias vi um blazerzinho vermelho e automaticamente me lembrei dela, pois era a sua cor preferida...
Cada menina que hoje tem a idade que ela teria, me faz imaginar em como uma mocinha linda ela logo se tornaria...
Mas como diz a música, não podemos alcançar o passado...
É preciso que não sejamos econômicos em amar, em beijar, em abraçar. Em dar afeto a aqueles que amamos. Pois o hoje, é realmente tudo que temos.
Do passado, ficam as lembranças - que serão boas, se tivermos a capacidade de oferecer "Flores em vida" enquanto é tempo! 
Lembranças e saudades eternas da minha Juju...

domingo, 23 de outubro de 2011

Vídeo feito por minha irmã Ricardina, em homenagem à nossa amada Juju, que hoje faria 09 anos.

JÓIA PRECIOSA: Vídeo em homenagem a minha filha Julinha. Hoje ela...

Minha sobrinha Júlia...

Estive pensando a semana inteira, sobre o que eu iria escrever neste dia, pois eu sentia que tinha escrever... Hoje a minha amada sobrinha Júlia completaria 09 anos.
Exatamente no dia 29/05/2010, eu tive a dimensão exata, do significado da palavra “saudade”. Foi o dia em que ela partiu... E nunca uma ausência  foi tão doída como a sua!
Eu já tive inúmeras perdas de entes queridos. Muitas doeram muito num primeiro momento. Só que todas estas perdas, de uma maneira ou de outra, seguiram o curso natural da vida.
Mas a perda da Juju representa ainda, uma dor imensurável...
Ela sempre foi muito presente em minha vida!  Mais do que uma sobrinha,  ela era como uma filha pra mim! A nossa relação era de amor recíproco, e essa certeza me conforta.
O ano passado, neste mesmo dia,  eu escrevi um texto,  em que eu expressei tudo que eu gostaria que ela soubesse, se eu pudesse lhe falar mais uma vez...
Como cristã que sou, tenho consciência, que ela está descansando na plenitude da glória de Deus,  para acordar no dia da ressurreição dos Santos com Jesus.  E não pode sentir ou saber, de nada do que se passa aqui -  nada mais justo,  pois isso a faria sofrer, e no céu não há sofrimento...
Mas o que eu posso dizer mais uma vez neste dia, é que aprendi muito com seu sofrimento e sua morte.  E que ambos não foram em vão!
Eu aprendi que dinheiro, na verdade, não vale nada!  Se eu pudesse dar todas as minhas economias na época, para não vê-la partir, eu o teria feito, sem titubear!
Aprendi a dar mais valor às coisas mais simples do meu cotidiano: como comer, falar, andar e beber um simples copo d’água... Todas estas coisas são bençãos, mas nós só as enxergamos como tais, quando nos deparamos com a impossibilidade de tê-las...
Aprendi a dar mais valor às pessoas, principalmente àqueles que eu amo: pois o que realmente importa nesta vida, é a vida daqueles que amamos!
Muitas vezes, ao longo do tempo, eu acabo me esquecendo, e me estresso por bobagens.  Mas uma data como esta, sempre me faz lembrar  de tudo, e enxergar as coisas com o seu valor devido.
Hoje, eu oro e peço a Deus, conforto para todos nós: em primeiro lugar para minha irmã e meu cunhado, seus pais. Que Jesus os abrace e conforte,  pois eu como tia posso imaginar talvez, uma pequena parte da dor que sentem...
Oro também, pela cura do câncer infantil: todos os dias inúmeras vidas são interrompidas por essa doença implacável!
Agradeço a Deus, pelo conforto que tem nos dado, pois as suas misericórdias têm se renovado à  cada manhã na vida de todos nós!
Hoje, eu fecho os olhos, e me lembro mais uma vez do seu sorriso lindo... Hoje, ela estaria toda feliz e saltitante, certamente com um vestidinho vermelho (sua cor preferida), toda charmosinha, porque seria um dia de festa...
Me lembro mais uma vez, dos seus cabelinhos loiros e da sua voz meiga. Ela era uma menina linda!
Era  e sensível e delicada... 
Essa lembrança dói, mas ao  mesmo tempo,  me traz conforto: pois em meu coração, a sua lembrança  continua  nítida  e viva!
E o Amor que nos unia,  este jamais morrerá!
“Saudade é o Amor que fica”...

domingo, 29 de maio de 2011

O Amor permanece...

Comecei a escrever este post outro dia, ao ler o texto do blog de uma amiga minha que perdeu seu filhinho (ela escreveu seu texto, na data em que perdeu seu filho), e me emocionei.
Hoje estou terminando de escrever, depois de ler o texto que minha irmã escreveu em seu blog, onde também me  emocionei muito!
Hoje faz um ano que a Juju se foi...
Em ambos os textos, elas dizem que em suas vidas, nada mais será como antes...
É verdade: quando se vive uma tragédia em família, nada mais é como antes!
Eu posso imaginar um pouquinho, como elas devem se  sentir como mães, neste dia...
Neste ano,  o dia das mães foi especial para mim: celebrei este dia na companhia da Nat e do Pedrinho, e foi um dia muito feliz pra mim! Foi o meu primeiro dia das mães junto ao Pedrinho!
E ele é uma criança abençoada: é meigo, feliz, e transmite toda a sua felicidade pra gente!
Mas, ao final da tarde, não pude deixar de me lembrar de todas as mães que deveriam estar sofrendo naquele dia,  pois no ano anterior, eu vivenciei o sofrimento de perto...
Então, nesse dia das mães, apesar de toda a minha felicidade,  não pude deixar de pensar em minha irmã: que estava passando o seu primeiro dia das mães sozinha...não pude deixar de lembrar também, de todas as outras mães que perderam seus filhos. De todas, que estavam passando aquele dia, ao lado de um leito de hospital, com os seus filhos doentes.
Entendo quando elas dizem que nada mais será como antes...
No entanto,  apesar de tudo, em minha vida, o sofrimento me fez mais humana, mais solidária!
Sem querer carregar as dores do mundo, a tristeza do outro, muitas vezes, dói em mim também...
Quando estava sofrendo com a doença, e depois com a perda de minha sobrinha, muitas pessoas foram solidárias comigo! Tive muitas pessoas me confortando naquele momento. Com palavras, com abraços, gestos, e orações.
Outras, creio que muitas vezes, pelo medo de me deixar mais triste, às vezes nem tocavam no assunto.
E outras, eu sentia como se tivessem medo de falar no assunto, pois para elas, o sofrimento deveria parecer com algo contagioso, e que se falassem sobre o assunto, seriam atingidas por ele também...
É triste, mas eu pude enxergar isso em muitas pessoas!
Não quero fazer apologia ao sofrimento, é só uma espécie de desabafo...
Sempre fui uma pessoa alegre por natureza com a graça de Deus, e ultimamente tenho vivido momentos realmente muito felizes!
Mas o que pude aprender através de tudo isso, é estender a mão, dar uma palavra de conforto, um abraço, à quem está sofrendo.
Estou postando este texto hoje, pois é a data em que a minha amada sobrinha Juju partiu.
Como já disse inúmeras vezes, volto a repetir: a sua morte e o seu sofrimento não foram em vão.
Aprendi a ser mais solidária, mais humana, mais altruísta.
Aprendi a encarar o sofrimento do outro de frente, à dar o abraço apertado, a palavra carinhosa, que não custam nada, e que para quem está sofrendo, têm um significado enorme!
Queria eu, poder falar mais uma vez com você Juju, e se eu pudesse,  lhe diria hoje:
- Cada vez que a Tia Dê vê um vestidinho vermelho (a semana passada eu vi um de tricô...), uma roupinha cor de rosa (ontem vi  um casaquinho e uma boina),  ou um anelzinho, eu lembro automaticamente de você! Que sempre foi tão delicada, tão amorosa, e adorava estas coisinhas...
- Hoje eu oro a Deus e peço que Ele derrame um bálsamo especial sobre a vida da sua mamãe e  do seu papai!
-Que Ele derrame este mesmo bálsamo sobre as nossas vidas, pra que a saudade não doa tanto!
- Você se foi, mas o meu Amor permanece pra sempre!
Eu sei que você está com Jesus, desfrutando a plenitude da Glória!
E isso,  é que nos traz  Paz e nos conforta, apesar de tudo...

segunda-feira, 28 de março de 2011

JÓIA PRECIOSA: Coisas que eu entendi.

Este é um post que minha querida irmã publicou no seu blog. Eu creio que é uma lição de vida pra todos nós! Eu oro pra Jesus iluminar cada dia mais o seu coração e que ela possa encontrar a alegria novamente...

JÓIA PRECIOSA: Coisas que eu entendi.: "Eu costumava me achar uma pessoa especial, e pensava, já que sou temente a Deus, sou uma pessoa do bem, nada de mau vai me acontecer. No ent..."

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Lembranças...

Ultimamente têm vindo à minha memória, muitas lembranças em relação à minha amada sobrinha Juju...
Algumas me confortam. Outras, me machucam profundamente...
São lembranças de acontecimentos passados. Muitos, ocorridos antes dela adoecer. Alguns, depois que ela já estava bem doentinha.
O que me machuca, e me dói profundamente são certas lembranças  que podem parecer banais aos olhos de outros, mas que pra mim têm uma outra proporção, pois a Juju partiu...
Sábado, por exemplo, eu passei em frente à uma loja de perucas. E isso me doeu muito!
Como eu procurei uma peruquinha, parecida com o cabelinho que a Juju tinha! Mas na época, num breve período em que ela melhorou, eu só achei uma bem loira e curta. Num primeiro momento, creio que ela não gostou muito.
Mas depois, eu me lembro dela, deitadinha, passando a mão nos "cabelos" e dando um sorriso lindo... Essa lembrança me conforta.
Algum tempo depois, eu achei uma outra peruquinha, idêntica ao cabelo que ela queria: comprida e com cachinhos. Comprei de imediato. Só que nessa época, ela já havia piorado bastante, e nem chegou a usar.
Como me dói, quando penso nisso! Eu queria tanto ter encontrado antes! Era exatamente como ela queria...
Me dói, quando me lembro de um sábado, em que a minha irmã me ligou, pra que eu fosse ficar com elas no hospital. Justo naquele dia, eu estava passando mal, tinha acordado com uma enxaqueca enorme,  e não pude ir.
Minha irmã conseguiu outra companhia.  Mas como me dói o fato de eu não ter ido naquele dia...
Me dói também, quando vejo nas vitrines: vestidinhos, sapatinhos e bolsinhas, delicados como ela era...
Por outro lado, outras lembranças me confortam...
Me conforta lembrar dos dias que ela ela passou aqui em casa.
Dos churrascos que ela tanto gostava. Da piscina de armar, que ela aproveitou tanto! Das minhas bijouterias que eu acabei dando pra ela, todas vezes que ela vinha.
Uma lembrança que me conforta, é a do dia em que eu fui vê-la na radioterapia.
Eu me lembro da carinha dela, de felicidade, quando me viu. E, da expressão dela, me acenando quando fui embora. Eu senti, que ela realmente tinha gostado da minha visita naquele dia.
Uma outra lembrança que me conforta muito, é a da nossa última viagem. Eu me lembro que eu fiz essa viagem só pra agradá-la, pois eu já tinha viajado no fim de semana anterior.
E eu nem sabia que ela estava doente...só que por  algum motivo, eu não conseguia dizer não pra minha querida Juju!
E lá fomos eu e o Rogério para o hotel fazenda, mesmo sem muita vontade.
E foi um dos melhores finais de semana que tivemos!
Ela  ficou tão feliz! Nadamos muito, tomamos sol. Emprestei minha canga e meu chapéu pra ela.
No outro dia de manhã, ela bateu na porta do meu chalé, pra me dar bom dia!
Fomos embora, um dia antes dela.  E na despedida, eu acabei deixando o meu chapéu de presente, pois ela o tinha adorado. Eu me lembro que ela ficava se olhando no espelho com ele, toda vaidosinha...
Como me conforta essa lembrança: o fato de eu ter ido só pra agradá-la! O fato de eu ter feito todas as vontades dela, sem nem mesmo saber que ela partiria tão cedo!
É...e apesar de tudo que aconteceu, e das lembranças que as vezes machucam, todos nós vamos seguindo em frente.
Juntando os pedaços que se partiram, pedindo a Deus que um dia a saudade não doa tanto!
E que no final, só fiquem as boas lembranças...

sábado, 23 de outubro de 2010

O que eu diria à Juju neste dia...

Júlia e minha irmã
Hoje, dia 23 de outubro, a minha amada sobrinha Júlia faria 08 anos...

Como foi breve a sua existência!...
Isto me leva a refletir: qual o valor da nossa existência?
Como seu valor pode ser mensurado?
Pelo tempo que vivemos? Pelo modo como agimos e tratamos as outras pessoas?
Pelo modo como encaramos as coisas de Deus?
Quando penso nela, sem querer, vem sempre a mesma pergunta à minha cabeça: por quê foi acontecer tudo isso? Por quê ela teve que sofrer tanto?! São perguntas que talvez eu já saiba a resposta...
Ela esteve aqui entre nós, por este breve período, porque foi da vontade de Deus. Pois Ele é soberano sobre a vida e a morte.
Quanto ao seu sofrimento, talvez Deus tenha permitido, para nos ensinar algumas verdades...
Para que possamos dar mais valor à muitas coisas que temos, e que nos passam despercebidas. Eu creio que durante todo o tempo em que ela sofreu, o Senhor a estava confortando de alguma maneira...
Nos cinco meses de luta e sofrimento da minha sobrinha Júlia, eu sofri muito, mas também aprendi muita coisa!!
O meu modo de encarar a vida, e os meus valores foram totalmente redimensionados.
Aprendi, que não devo reclamar, me preocupar ou me deprimir por bobagens e coisas pequenas.
Pois ela, uma menina linda, sensível, inteligente e saudável até então, em apenas 10 dias após a descoberta de sua doença: perdeu a fala, a deglutição, os movimentos e seus lindos cabelinhos loiros...coisas básicas, que nem percebemos como são bençãos em nossas vidas...
Às vezes, nós reclamamos da comida que temos: ela, de uma hora pra outra, já não podia mais comer... só se alimentava por sonda.
Tinha vontade de comer um simples purê de batatas e não conseguia engolir...
Tinha sede, e não podia beber um simples copo d’água...Como é doloroso ver uma criança sofrer assim!
Ela queria falar, mas só conseguia se comunicar com a única mãozinha que ainda tinha algum movimento. Ela se expressava com os sinais de “jóia” ou “negativo”.
Depois, através de um alfabeto que minha irmã comprou - e com um dos únicos dedinhos que ainda se movimentavam, ela soletrava as palavras, em seus apenas 07 aninhos de vida...
Às vezes, temos preguiça de levantar aos domingos para ir à igreja louvar e agradecer a Deus.
Ela chorava, pedindo com gestos, pra ir à igreja e à escola dominical! Mas não podia sair, pois não tinha mais imunidade para ficar junto à multidões...
No período, em que teve uma breve melhora, como ela foi valente!
Ela se esforçava para conseguir voltar a falar!
Eu fiquei tão feliz, num dia que ela conseguiu balbuciar o meu nome novamente, me chamando de “Tia Dê”- aquilo soou como música para os meus ouvidos...
Quando os seus movimentos começaram a voltar, ela foi mais valente e esforçada ainda. Um dia, ela fez uma surpresa pra mim: pediu para o meu cunhado à levar para a cama, e quando estava deitada, eu a vi, em um de seus maiores esforços, segurando na grade da cama, se levantando toda sorridente – com um sorriso lindo, para me mostrar que podia sentar sozinha novamente...
Essa, foi uma das cenas mais lindas que eu vi! E que nunca me sairá da memória...
Isso tudo que estou relatando aqui, eu sei que é muito triste.
Mas é apenas uma pequenina parte, de todo o sofrimento que eu pude testemunhar!
Assim como a Juju, existem inúmeras crianças sofrendo da mesma maneira.
E nós, em nosso egocentrismo e egoísmo, continuamos a reclamar, sem que na verdade, tenhamos algo realmente plausível para sofrermos.
Qual o valor e a importância de uma existência??
Se hoje, eu pudesse falar mais uma vez com a Juju, eu diria à ela:
- Que a sua existência teve muito valor! ! Que foi breve, mas completa!
- Que o seu sofrimento não foi em vão: a Tia Dê, e muitas outras pessoas, aprenderam muito...!!!
- Que têm pessoas que passam por esta vida por longos anos, e não deixam nada. São existências vazias ...Você Juju, nos deixou tanto!
- Hoje neste dia, sinto muitas saudades... Mas eu sei que você está bem, que já não está mais sofrendo e que está na glória com Jesus!
Como li certa vez: “...saudade é o Amor que fica”.
E hoje Juju, eu sou só Amor por você!
Fica com Deus, minha linda! Riqueza da Tia...
Com Amor...Tia Dê.