O que realmente importa...

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São Paulo, Brazil
Cheguei ao final do ano de 2009 totalmente estressada e esgotada devido as preocupações do dia-a-dia, com trabalho, estudo, e etc. Na verdade, eu não tinha nenhum problema específico. Apenas, era pessoa ansiosa e preocupada demais com o dia de amanhã. Mas como está na palavra de Deus: "...basta a cada dia o seu mal". Eu precisei passar por um sofrimento muito grande, pra enxergar que na verdade, as minhas preocupações, as minhas ansiedades não mereciam as noites de sono mal dormidas, a depressão que estava querendo tomar conta de mim! Sem querer negligenciar todo resto, eu aprendi que nada nesta vida tem realmente importância, a não ser, a vida daqueles que amamos...estes sim, são o que realmente têm importância em nossa vida... Eu tenho uma filha e um marido maravilhosos, que eu Amo, e que são bençãos que Deus me deu! Eu tenho familiares maravilhosos que eu Amo muito... E tenho amigos maravilhosos que amo muito também...Enfim, tanto pra agradecer ao Senhor! Mas só depois que eu perdi a minha amada sobrinha Júlia, foi que tive a real dimensão da importância de todos eles em minha vida! Todos eles são o que realmente importa pra mim! Todo o restante é secundário...07/2010

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terça-feira, 24 de julho de 2018

Meus primos...❤

Hoje faço uma re-postagem de um texto que escrevi em setembro de 2013. 
Há controvérsias sobre o dia: alguns dizem que é comemorado em 24 de julho. E outros dizem que é no dia é 26 de setembro.
De qualquer maneira, dedico esse texto a todos os meus primos e primas! 
Saibam que vocês fizeram a minha infância mais feliz!❤
Imagem extraída do Google
De uns tempos pra cá, tenho descoberto que existe dia pra tudo!
Na semana passada foi comemorado o Dia do Primo. Até então, eu nem sabia que existia!
Nesse dia estava na maior correria (como sempre, pra variar... ), e não fiz nenhuma homenagem para os meus primos.
Mas estes dias comecei a recordar de minha infância. 
Das primas e dos primos que estiveram presentes nela. Alguns, bem presentes, outros um pouco mais distantes... Mas todos, sempre importantes e queridos pra mim!
Lembrei-me da minha prima Marleide, que como ela mesma nos denominou: éramos o chiclete de infância uma da outra! Sempre unidas, uma dormindo na casa da outra, e etc. 
Passávamos as férias juntas. Na minha casa, ou na casa dela.
 Uma vez, até pra Cristalina/GO eu fui com ela. Fomos passar as férias na casa da sua avó. Foram dias inesquecíveis pra mim!
Éramos as duas "gulosas", só pensávamos em comer! Comíamos na casa da avó dela, depois íamos fazer uma “boquinha” na casa de uma das tias dela.
E quando tinha festa na casa da Sofia,  minha vizinha e amiga de infância!
Levávamos umas bolsinhas (que nós mesmas, fazíamos), e que enchíamos com as delícias que a D. Cidinha, mãe da Sofia,  fazia: cuscuz, esfiha, brigadeiro, e etc.
Eu e a Marleide, também nos aventurávamos na cozinha, fazendo nossas receitas. 
Uma vez fizemos charutos de repolho - Malfuf, que nós chamávamos de Malfufo (veja só como éramos elaboradas na cozinha desde cedo ). Fizemos o prato tão apimentado, que só nós duas conseguimos comer. Comemos os "malfufos" até no café da manhã! 
Às vezes, passávamos as férias em Amparo, na casa da tia Cida e do tio Piló, com as nossas primas.  
As que tinham mais ou menos a nossa idade eram a Rosana (que chamávamos de Zana), a Rosemar e a Liliane. Mas havia também as primas mais velhas e mais novas, dentre elas a Rosemeire, Roseli, Elaine e Mônica.
Adorávamos viajar pra lá! Era aquela festa! Uma casa com sete primas (e mais o Nelsinho, que é o caçula)!
Lá em Amparo, nas férias, vinham também as primas de São Paulo: a Silvinha e Eliana. Nós, as mais novas, só aprontávamos!  Uma vez, costuramos uma aranha de plástico dentro do pijama da Silvinha. Que susto ela levou!! 
E como a cidade era pequena, tínhamos a liberdade de passear pelas ruas, subir os morros, fazer piquenique! Coisas, que para uma garota da cidade grande como eu, eram o máximo!
Mas só podíamos ir, se a minha irmã Lourdinha  fosse: porque apesar de ser mais nova que nós, era a mais ajuizada!! Então, meu tio Zezé, o pai da Marleide só deixava a gente ir, se ela fosse junto .
As primas de Amparo também passavam as férias lá em casa. E era aquela alegria também!
Pousávamos também na casa tia Edna, com meus primos Paulo, Marcelo e Kátia. O Paulo sempre foi mais ajuizado. O Marcelo era impossível, arteiro como ele só! E continua com seu jeito engraçado até hoje!
E tinha também os primos: Carlinhos, Vanessa,  Edson, Elisa, Eduardo, Márcia, Rodrigo, Lucas, Adelaidinha, Nardinho, Alexandre, Sérgio, Suzete, Solange, Auxiliadora, Adelaide, Ana; todos menores ou maiores que eu, mas que eu encontrava na minha casa,  nas reuniões de família, ou nas casas dos avós!
Que tempos bons aqueles! Como era gostoso encontrar com toda aquela "primarada"!
Tenho tantas coisas boas: tantas artes e peraltices pra recordar da minha infância com meus primos e primas, que poderia ficar o dia todo aqui escrevendo...
Hoje estou aqui, saudosa daqueles tempos.
Tempos bons, tempos da inocência! Que me aquecem a alma e a lembrança...
Um grande beijo a todos os meus primos e primas, que Deus os abençoe sempre! Saibam que vocês fizeram os meus dias de infância,  felizes e inesquecíveis! 
E em especial pra você Marleide, minha companheira inseparável e o meu “chiclete da infância”... 

"Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida,
Que os anos não trazem mais!
- Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
A sombra das bananeiras
Debaixo dos laranjais!"
                                                    Casemiro de Abreu

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