O que realmente importa...

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São Paulo, Brazil
Cheguei ao final do ano de 2009 totalmente estressada e esgotada devido as preocupações do dia-a-dia, com trabalho, estudo, e etc. Na verdade, eu não tinha nenhum problema específico. Apenas, era pessoa ansiosa e preocupada demais com o dia de amanhã. Mas como está na palavra de Deus: "...basta a cada dia o seu mal". Eu precisei passar por um sofrimento muito grande, pra enxergar que na verdade, as minhas preocupações, as minhas ansiedades não mereciam as noites de sono mal dormidas, a depressão que estava querendo tomar conta de mim! Sem querer negligenciar todo resto, eu aprendi que nada nesta vida tem realmente importância, a não ser, a vida daqueles que amamos...estes sim, são o que realmente têm importância em nossa vida... Eu tenho uma filha e um marido maravilhosos, que eu Amo, e que são bençãos que Deus me deu! Eu tenho familiares maravilhosos que eu Amo muito... E tenho amigos maravilhosos que amo muito também...Enfim, tanto pra agradecer ao Senhor! Mas só depois que eu perdi a minha amada sobrinha Júlia, foi que tive a real dimensão da importância de todos eles em minha vida! Todos eles são o que realmente importa pra mim! Todo o restante é secundário...07/2010

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sábado, 7 de maio de 2016

A Maternidade...Ah! A maternidade... ♥

E o dia das Mães se aproxima...
Comecei a refletir nesses últimos dias: de todas as minhas realizações como mulher – pra mim - creio que ser Mãe é a mais importante  e sublime de todas!
É claro que além de ser mãe, desempenho muitos outros papéis: sou esposa, avó, filha,  irmã, sogra, tia, nora, cunhada. Tenho meu trabalho, já fui estudante, sou dona de casa, sou blogueira, escritora, e por aí vai...
Porém, de tudo que já fiz e realizei na vida - a maternidade é o que mais me completa e o que mais me realiza como mulher!
Quando me tornei mãe da minha filha mais velha, eu era muito nova: tinha apenas vinte anos. Nossa! Pela inexperiência e pouca idade, errei muito tentando acertar! Mas em meio a todos os meus erros e acertos, creio que fui e sou, uma boa mãe para a minha filha.
Quando me tornei mãe do meu caçula ocorreu exatamente o contrário: tornei-me mãe na maturidade, com quarenta e seis anos.  Com a idade, tornamo-nos mais sábias e pacientes. Às vezes tenho que me policiar para não ser permissiva demais.  Mãe na maturidade acaba se tornando uma espécie de avó do próprio filho!  Mas creio que apesar das minhas limitações, sou uma boa mãe para o meu filho também.
Ser Mãe é viver em um constante conflito de sentimentos:
- Às vezes um Amor tão grande, verdadeiro e profundo que chega a doer no peito!
- Noutras vezes, um esgotamento tão grande, que a vontade que se tem, é de fugir pra bem longe... Mas a vontade vem e vai com a mesma rapidez! Porque é só olharmos para aquelas criaturinhas arteiras - mas totalmente indefesas quando estão dormindo - e o nosso coração se derrete de tanto Amor!!
Ser Mãe é sentir a dor de cada vacina, de cada injeção. É ficar agoniada ao ver o filho(a) doente, com febre. E desejar estar ali, sofrendo no seu lugar!
Ser Mãe é estar sempre reclamando: que o filho(a) não para quieto. Que não aguenta mais tanta bagunça, tanta malcriação! Porém, quase  no mesmo instante, dar graças a Deus por tudo isso -  pela saúde e vitalidade dos filhos e filhas!
Ser Mãe é nunca mais ter sossego, e muitas e muitas vezes dizer:   - Ah! Não vejo a hora que esse(a) menino(a) cresça para não me dar mais trabalho!
Os filhos crescem, sim. Mas mãe que é mãe, nunca para de se preocupar... Mesmo que o filho(a) não dê mais “trabalho”!J
Ser Mãe é viver em constante estado de contradição! Muitas vezes se sentir a pior mãe do mundo. Noutras vezes, a melhor! J
Deve ser por isso que existe aquele ditado: “Ser mãe é padecer no paraíso”!
Eu agradeço a Deus pelo privilégio de ser Mãe! Sou o exemplo vivo, de que qualquer mulher pode experimentar essa maravilhosa e bendita experiência! 
Sou mãe biológica e do coração! Amo meus dois filhos com a mesma intensidade! E posso falar por experiência de causa, que não existe diferença nenhuma no Amor que sinto por ambos.
E sabem por quê? Porque um filho nasce primeiramente em nossa alma, nasce lá no âmago do nosso ser! Independentemente de ter sido gerado no ventre ou no coração...
Os filhos nascem de várias maneiras, como eu mesma disse certa vez!
A única coisa que é imprescindível ter para ser Mãe... é Amor! É ter a capacidade de Amar e se entregar...
E é uma bênção que Deus concede a todas as mulheres!! Basta querer e se entregar incondicionalmente  a esse Amor...
Amo vocês meus filhos: Natália e Pedro Olavo!
E sou uma pessoa melhor, pelo simples fato de ser mãe de vocês!

Um comentário:

  1. Parabéns Adelisa pelo bonito texto; fiquei emocionado.
    Nelson

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